segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Antologia de Poesia "Entre o Sono e o Sonho", Volume 8, 2017





Rosária Grácio, a autora do livro "Bia por um triz" teve um dos seus poemas seleccionado para fazer parte da Antologia de Poesia "Entre o Sono e o Sonho" - Volume 8- 2017 da Chiado Editora.



Convido a todos para estarem presentes no dia 30 de setembro às 14:30hs no Teatro Tivoli em lisboa.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Os gatos e os mitos – Parte II: Será que os gatos não gostam de estar em casa?



(Continuação do artigo anterior que pode ler em

Desde criança estava acostumada a ver os gatos livres na rua. Aliás, a conta disso, até achava “normal” ver os gatos pelos telhados e ruas a correr de um lado para o outro. Um dos mitos que muito falamos dos gatos, é deles gostarem de liberdade e que não se dão em apartamentos ou casas sem acesso à rua.

Uma das gatas do meu marido era realmente dada a andar muito pelos telhados… Isso foi há cerca de mais de vinte anos, nos tempos em que a chamada comida seca ainda era pouco acessível a quem tinha animais de estimação. Quase sempre, quando a gata saía, era à procura de caçar algum bacalhau demolhado que estava à janela de algum vizinho menos atento.

Porém, o tempo passou e apesar de atualmente, haver uma maior proteção legal para os animais, ainda se vêem gatos de um lado para o outro, errantes a viver na rua. Por vezes, até me dizem ter um dono porém há sempre quem os desculpe -“andam por aí, os gatos são assim!”

Mas será que os gatos são assim? Aqui partilho mais uma vez a minha experiência com os meus gatos em casa. Meu apartamento não tem quintal, porém tenho grandes janelas que dão uma vista esplêndida para o céu azul, apesar dos prédios que o tentam tapar.


Quando adotei a minha primeira gata, a Pantufa, a minha maior preocupação, era que algum dia ela me fugisse e saísse de casa quando a porta da rua se abrisse. No início, pensava que a Pantufa ficaria ansiosa por ir à rua e aproveitasse qualquer oportunidade para fugir, pelo que tinha imenso cuidado ao entrar e sair de casa. No entanto, a partir do momento em que a Pantufa entrou na minha casa, ainda pequenina, nunca se aproximou da porta de saída. Aliás, se há uma parte da casa que ela raramente ia, era o corredor que dá acesso à porta de saída para a rua.  Mal esta porta se abria, a Pantufa fugia para um canto escondido da casa. Só com o passar dos anos é que a Pantufa percebeu que esta casa era sua, e que ela dali não saía, pelo que a porta ao abrir, já não a fazia fugir, porém mantinha-se reservada a um canto distante. Se viessem estranhos, ela fugia e se escondia o mais rápido possível.

Por essa altura, tinha também grande medo de ter as janelas abertas e só depois que coloquei uma rede em cada uma, é que fiquei tranquila com os meus gatos à janela. E, além disso, ter as janelas abertas proporciona aos gatos, a meu ver, uma perspectiva de visão melhor com cheiros e sensações que eles apreciam muito. 


O Jordan, é o gato mais dado a querer sair um pouquinho nem que seja até ao andar de cima. Ele, por vezes, desata a correr, outras vezes anda um pouco a cheirar aqui e ali e vai pelas escadas acima e depois deixa-se ficar à porta da vizinha do andar de cima até ser agarrado por mim para traze-lo para casa. Parece um bebé ao meu colo, como que a gostar deste gesto que lhe faço. 

Quando vinham entregar compras a casa, tinha de ter mais cautela, pois ele esgueirava-se pela porta fora sem notarmos, e quando o víamos, já estava no andar de cima.

Então, resolvemos, nestas situações em que a porta ficava mais tempo aberta, optar por prende-lo na casa de banho para evitar estes percalços. Claro que mal, a porta da rua era fechada, logo libertávamos o Jordan. E aos poucos ele foi aprendendo. 

Os gatos são inteligentes e o Jordan percebeu que assim preso na casa de banho ficava sem ver as novidades que vinham pela casa dentro. Então, eis que da última vez que vieram entregar as compras, o Jordan aprendeu a esperar e agora fica encima do sofá a ver tudo o que se passa mas já não tenta sair como antes. Porém ainda hoje, enquanto o meu marido saía para trabalhar, aproveitou-se e foi pelo corredor afora. Deixou-se estar no andar de cima à espera. 

Não sei muito bem porque ele gosta de fazer esse trajeto. Já lhe tentei por uma trela para passearmos um pouco pelas escadas mas ele não ficou muito contente com a trela, acabando por a tirar.


Ainda esta semana, quando vieram-me entregar legumes à porta, pus-me a falar um pouco com a senhora que me veio entregar o cabaz de produtos biológicos.  A dado momento, fiquei preocupada, mas eis que olho para trás e lá estavam o Jordan e a Diana Riscas à espera, acompanhando tudo muito pacientemente.


Por falar na Diana Riscas, esta nunca gostou muito da porta. No início, só de ver a porta a abrir, fugia. Agora mantém-se atenta do lado de dentro a ver tudo com atenção, e nada lhe escapa, seja quem entra ou quem sai.

A personalidade da Diana Riscas tem me surpreendido muito. Apesar do seu jeito independente, parece-me muito dependente da minha atenção e afeto. Ela desafia-me todos os dias para um momento de brincadeira, atirando-lhe bolas para que ela as agarre, e por vezes as traz para eu jogar novamente.

A meu ver, a Diana vai à porta porque é muito curiosa e quer saber tudo o que passa na casa e comigo. Digo comigo, porque quando o meu marido vai à porta, ela não o segue nem fica ali perto, da mesma maneira que faz quando sou eu que abro a porta.

O jordan é um verdadeiro cavalheiro e por isso, a meu ver, ele só vai à porta para certificar-se que tudo fica bem e que não entra nada estranho. Mas, mesmo que venha alguém estranho, ele aproxima-se para cheirar, igual como fazem os cães, e depois fica um pouco a ver como tudo decorre. Apesar dessa aparente aproximação, já houve quem o tentasse agarrar, mas ele não deixou porque desconhecia aquela pessoa.


A meu ver, o Jordan quer mesmo é fazer a sua certificação do espaço, e por isso, ele quer conhecer o cheiro de todos os que entram e de tudo aquilo que é trazido para casa.

Quando trazemos compras, eles vão logo bisbilhotar os sacos, e por vezes, até se metem dentro deles, à medida que são esvaziados.

A Bia é a gata mais receosa e ela geralmente é a última a aparecer diante de pessoas estranhas à casa. Nunca manifestou qualquer interesse por estar perto de desconhecidos  enquanto a porta da rua se mantém aberta.


Por vezes, o Jordan desata a correr pela casa. Ele faz isso especialmente após uma brincadeira com a Diana Riscas ou comigo. Certamente se eu tivesse um quintal, ele correria de um lado para o outro. Talvez fosse o primeiro a se aventurar em novos espaços, mas isso, talvez decorra do facto dele ter sido abandonado, durante algum tempo, num parque de merendas. 

A Diana Riscas foi salva, ainda em bebé, e por isso não gosta da rua e detesta ter que sair quando vai à sua veterinária.

A Bia, igualmente tem grande medo da rua e quando vai à sua veterinária, é sempre uma sinfonia de miados de aflição. Há pouco tempo tivemos de a levar, e até dava dó vê-la tão angustiada. Houve uma altura em que ela fez xixi na transportadora com medo da rua. Penso que o medo dela vem mais do seu receio de ser abandonada novamente na rua.

Por quê a Bia foi à sua veterinária? 


Infelizmente, os gatos quando têm uma vida mais calma, protegidos em casa e sem sujeição a perigos, podem ficar com um pequeno probleminha, que se não for descoberto a tempo, pode complicar a sua saúde e por vezes, até podem ter risco de morte. 

Mas isso, mais em pormenor falarei no próximo artigo, pois há quem diga que os gatos têm sete vidas... Este é mais um mito ou muito conhecido ditado popular, que ainda existe hoje em dia, acerca dos gatos que precisa ser desmitificado...

(continuação no próximo artigo)




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Veja o Filme de lançamento do livro em 


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A melhor forma de ajudar os animais é adotando-os!
(Rosária Grácio)

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Os gatos e os mitos – Parte II: Cada gato é um gato!



(Continuação do artigo anterior)


Sim, cada gato é um gato! Parece uma redundância absurda. Mas o que aprendi e tenho aprendido na convivência com os meus gatos é que quando adotamos um gato, não conhecemos a personalidade de todos os gatos, pois cada qual tem a sua personalidade.

Desde a minha primeira gata, a Pantufa, aprendi que os gatos se mostram autênticos, cada qual com a sua personalidade e forma de ser e conviver comigo. Até agora, não encontrei um gato que fosse igual ao outro.


Muitos pensam que os gatos são todos iguais e isso é um dos mitos que procuro tirar com o meu livro “Bia por um triz”. Quem já leu o livro, vai perceber que ao longo da história, a Bia conhece outros gatos, e cada qual vai se apresentar com características próprias.

Quando adotamos um gato, temos de ter em conta que adotamos um ser “dotado de sensibilidade”, como bem já diz a lei (Lei n.º 8/2017 de 3 de março), porém bem sabemos que uma lei não conscientiza de imediato, apenas penaliza e inibe comportamentos a curto prazo.

A conscientização de uma lei acontece, com o decorrer do tempo, de geração em geração, à medida que os mitos errados forem caindo, e a par disso, a ciência ir desenvolvendo maiores conhecimentos acerca dos felinos, explicando racionalmente alguns dos seus comportamentos.

Cada gato é um gato, exatamente porque cada qual reagirá de uma maneira muito própria diante de uma mudança de ambiente, uma doença que lhe cause incômodo ou dor ou em resposta a uma violência externa que ele assim considere.


Ler as entrelinhas de um gato que vem ter contigo precisa ater-se a toda a sua história antes e depois de o conhecer.

Até mesmo no que se refere a comida, o Jordan gosta de um pouco de atum de vez em quando, enquanto que a Bia gosta é de comida seca.

Quando querem miminhos, a Bia fica de barriga para cima a olhar-me fixamente, enquanto que a Diana Riscas vem miando sem parar, a balançar o rabo nas minhas pernas.


Quando veem dormir, o Jordan gosta de estar nos meus pés, enquanto que a Bia gosta de dormir agarrada à minha mão.

Nas brincadeiras, o Jordan gosta de brincar com um ratinho, enquanto que a Diana gosta de andar atrás das bolas ou das cascas de castanhas que lhe atiro.

Esses são alguns dos exemplos que dou do quanto os gatos são diferentes, em personalidade e gostos, conforme cada um.

Mesmo em questão de mimos, a minha Pantufa não era muito dada a receber carinhos, gostando apenas de ficar a dar turrinhas de vez em quando.

A Bia, por sua vez, deixa-se estar sempre ali à espera de atenção e mimos.

À medida que os vamos conhecendo, até mesmo quando estão doentes, cada qual manifesta ou mesmo esconde a sua fragilidade de saúde.


Quando os gatos alteram o seu comportamento é um dos sinais que algo está mal. Comer demais ou comer menos, beber muita água ou pouca, vomitar depois de comer, ficar agressivo para com os demais companheiros de um momento para o outro, são alguns dos sinais que podem demonstrar que algo não vai bem com o seu gato.

Depois, há que ver mais um pormenor ou outro que falta aqui ou ali que só quem está no dia a dia com o seu gato em casa é que percebe a diferença.

Para além de tudo que aqui referi, os gatos ainda têm uma espécie de bônus em sua personalidade, que é a sua forma única de demonstrar o afeto para connosco.


A Bia gosta de dar turrinhas e encostar-se no máximo que pode a nós, enquanto que a Diana Riscas lambe-me a cara e o cabelo de contentamento quando me quer agradecer.

Existe um mito que dizemos dos gatos que eles se importam mais com a casa do que com os seus donos. Daquilo que vivi e vivo ao lado dos meus gatos, este é mais um daqueles mitos que são apenas mitos, pois um gato sente necessidade da companhia e da interação com os seus donos.

Num dos meus últimos artigos partilhei a história da minha Diana Riscas que ficou com tantas saudades minhas por ter ido de férias que deixou de comer.

Isto é mais um exemplo concreto do quanto eles poderão demonstrar, e das formas mais diversas, as suas emoções.

E por isso, no próximo artigo falarei de um outro assunto relacionado com outro mito dos gatos, pois há quem diga que o gato gosta é de andar na rua pois eles não gostam de estar fechados em casa, especialmente se for um apartamento.

(continua no próximo artigo)



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Veja o Filme de lançamento do livro em 


 O livro "Bia por um Triz" pode ser adquirido em

O livro “Bia por um triz” está a participar na Feira do Livro no Porto – 2017, com uma sessão de autógrafos marcada para o dia 14 de setembro de 2017 pelas 19hs, de que segue o respetivo convite e desde já estão convidados:



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O livro "Bia por um triz" chegou a Lugano - Suiça





O livro "Bia por um triz" chegou a Lugano - Suiça e já foi lido pela professora Raffaella Agazzi e amigos. Obrigada por lerem este livro e partilharem estas fotos que demonstram tanto amor pela Bia!




Deixo aqui também um agradecimento muito especial à Marisa, Presidente e coreógrafa do Rancho Folclórico Regiões De Portugal E GRUPO De Bombos Sempre A Rufar Lugano Ti que levou o livro pessoalmente, publicando estas fotos nas suas redes sociais, que demonstraram muito carinho pelo livro "Bia por um Triz".


O livro "Bia por um Triz" conta uma história que pode ser lida por pessoas de todas as idades e está a chegar a muitos lugares do mundo. 


Se já leu o livro "Bia por um Triz" e gostou da sua história, convido-te também a partilhar uma foto e a tua opinião connosco!

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Os gatos e os mitos – Parte I





No programa “Mundo Local”, do Porto Canal, uma das perguntas que me foram feitas, foi sobre os mitos que ainda existem acerca dos gatos e que o meu livro “Bia por um triz” pretende desmitificar.

Porém, foi muito pouco tempo para explanar tantas experiências de vida que tenho tido com os gatos ao longo destes últimos anos, as quais me foram tirando muitos dos preconceitos que ainda tinha dos gatos.

Por isso, vou-me dedicar nos próximos artigos a falar destas falsas ideias que eu tinha dos gatos e como a minha experiência pessoal na convivência com eles, mudou a minha forma de pensar acerca disso.

Eu não tenho quaisquer conhecimentos médicos e nem me considero um “expert” na matéria de gatos. Neste blogue partilho simplesmente o que vivi e vivo na companhia dos meus gatos e nada mais.

Na entrevista no Porto Canal, uma das palavras que mais repeti foi a palavra “realmente”. A princípio, poderia dizer que isso se deveu aos nervos e ao pouco tempo para falar de tantas coisas ligadas à Bia e ao livro. Porém ao refletir melhor a respeito, percebi que esta palavra “realmente” repetidas algumas vezes, na verdade é a chave do que é o livro “Bia por um triz” e de toda a história nele relatada.

A palavra “realmente” é um advérbio que quer dizer: “na realidade, verdadeiramente, efetivamente, … Sim, o que mais me vêm à cabeça quando falo do livro “Bia por um Triz” é a palavra “real” pois apresento não uma fábula, mas uma história real.

E para além disso, a história real da Bia une-se à história de tantos gatos que como ela ainda andam nas ruas à espera de um final feliz como teve a minha Bia.

Quando falo com as várias pessoas acerca do livro e da Bia, deparo-me, ainda com muitos receios com relação aos gatos e à sua adoção.

Eu também tive estes receios, antes de adotar a minha primeira gata e por isso, julgo que ao falar disto abertamente estarei a ajudar nesta tal desmitificação da personalidade dos gatos baseado apenas na minha experiência pessoal.


Os mitos passam de geração a geração porque baseiam-se em histórias contadas aqui e ali, repetidas de pais para filhos, de amigos para amigos, entre conhecidos e até para desconhecidos.

Quem conta um conto, aumenta um ponto”, assim diz o ditado popular.

Por isso, basta alguém lembrar-se de uma história bizarra, onde um gato por lá apareceu, e então eis que se forma mais uma daquelas lendas que irão ser repassadas com mais isto e aquilo, que mais se acrescentou, e então, eis que o medo e o receio instalam-se, quase que baseados mais no que se ouve falar do que no que de real se viveu ou experimentou na sua vida.

E por isso, penso que esta questão do real e do virtual deve ser realmente separado no mundo dos gatos, e isto é para estes, uma questão crucial que pode fazer com que hajam mais adoções de gatos ou não.

Quanto mais estivermos a propagar ideias caricatas e até um bocado entusiasmantes acerca dos gatos, sem qualquer conexão com o real, mais e mais estaremos a divulgar e a incentivar motivos para as pessoas não adotarem gatos.

E quando falo de gatos, também falo dos demais animais, cães, pássaros, peixes, etc…


Na minha casa tenho 3 gatos, um casal de canários e dois aquários pequenos de peixes. O que aprendi nesta convivência com estes diferentes animais?

Todos gostam de ser amados e respeitados! E quanto mais os amamos, mais eles nos retribuem. E quanto mais eles nos retribuem, mais aprendemos com eles. 

Nesta aprendizagem com eles, tornamo-nos mais humanos não só para com os animais como também para com os outros seres humanos.

É como se começássemos a plantar à nossa volta, sementes de bem e este bem nos alcança. Os animais são seres impressionantes se estivermos dispostos a disponibilizar uma parte do nosso tempo diário a conviver com eles.

Eu uso a palavra “diário” porque o convívio com os animais, e estes connosco, deve ser frequente e persistente, e não apenas um acaso ou mera casualidade.

Mas voltemos aos mitos!!!

Vou começar com um dos mitos que falei no programa televisivo e que talvez as pessoas podem até terem achado um bocado estranho quando disse que “cada gato é um gato”.
(continua no próximo artigo)




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Para saber mais sobre o livro "Bia por um triz":

Veja o Filme de lançamento do livro em 

Veja a entrevista e a apresentação do livro "Bia por um Triz" na SIC em 

Veja a entrevista no Porto Canal em

 O livro "Bia por um Triz" pode ser adquirido em

O livro “Bia por um triz” está a participar na Feira do Livro no Porto – 2017, com uma sessão de autógrafos marcada para o dia 14 de setembro de 2017 pelas 19hs, de que segue o respetivo convite e desde já estão convidados:




segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O livro "Bia por um triz" no Porto Canal


Hoje, dia 4 de setembro de 2017, estive no Porto Canal a ser entrevistada por Mariana d'Orey no Programa "Mundo Local". 


Foi mais uma oportunidade de falar um pouco da adoção de gatos de rua, a partir de uma história real, a história da minha gata Bia.


Quando adotei a minha gata Bia, mais um mito sobre gatos foi desfeito. Muitos pensam que adotar um gato de rua e adulto é impensável, que ele nunca irá se adaptar a uma nova casa, em contacto com novos humanos e também diante de outros gatos que já lá moram.


A Bia, quando chegou a minha casa, provou-me que é possível um gato se readaptar a uma nova realidade na sua vida.


Por isso escrevi o livro "Bia por um Triz" para dimistificar algumas das falsas ideias que ainda temos a respeito dos gatos. 


E para além disso, é possível aprender-se com uma história de gatos que é sempre possível recomeçar, apesar de qualquer adversidade ou obstáculo que julgamos a princípio, intransponível.


Desde o lançamento deste livro em 26 de julho de 2017, algo novo recomeçou na minha vida a partir de um livro, a partir de uma história contada com uma linguagem simples e acessível a crianças e adultos.


Hoje estive ao lado da apresentadora Mariana d'Orey a partilhar com o grande público do Porto Canal um pouco do que é o livro "Bia por um triz".


Ainda tinha muito de falar sobre este livro, que não é apenas mais um livro de histórias para entreter. Este livro conta uma história baseada em factos reais.


Este livro conta uma simples história que acontece todos os dias, em todos os lugares do mundo onde existem animais abandonados nas ruas. No entanto, esta história poderá ter um final feliz se esses animais de rua forem adotados por alguém que também acredita que é possível recomeçar...


Convido-te a conhecer mais um pouco do livro "Bia por um triz". Siga-nos neste blogue, onde a autora Rosária Grácio tem partilhado, aos poucos, o dia a dia com os seus gatos.



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Veja o vídeo de lançamento do livro "Bia por um Triz" em:
Vídeo de lançamento do livro "Bia por um Triz"

Deixo-lhe o convite para a minha sessão de autógrafos no dia 14 de setembro de 2017 às 19hs na Feira do Livro do Porto:


Adquira o livro Bia por um Triz em:

www.chiadoeditora.com/livraria/bia-por-um-triz


Veja a entrevista realizada no programa "Mundo Local" de 04/09/207 do Porto Canal onde a autora do livro "Bia por um triz" esteve a ser entrevistada por Mariana d'Orey:
Entrevista no Porto Canal - Livro Bia por um triz - 4 de setembro de 2017